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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Análise de Marvel Vs Capcom 2/

Analise de Assassin Creed/Xbox 360


 Se de um lado a grandiosidade de "Assassin's Creed" mostra sua escala após a primeira hora de ação linear, o jogo perde totalmente o ritmo. Naturalmente, com um ambiente gigantesco aberto para a exploração, não se tem aquela adrenalina dirigida das fases iniciais, mas a crítica fica para a rigidez da estrutura do jogo.



São nove assassinatos até o final da aventura- três em cada cidade. Antes de receber a ordem de execução, Altair deve cumprir rigorosamente uma série de tarefas: interrogar a força um colaborador do inimigo; ajudar um companheiro matando sorrateiramente seus perseguidores; recolher uma série de bandeiras dentro do prazo de três minutos; e roubar um item (geralmente uma carta ou mapa) de uma pessoa especifica da cidade. Essa última missão vem em dose dupla e deve-se escutar uma conversa clandestinamente primeiro. Além disso, precisa salvar em cada área da cidade em média dez habitantes que estão sendo coagidos pelos soldados locais e escalar um tanto igual de pontos de observação que abrem o mapa da cidade.

Não necessariamente o jogador precisa cumprir 100% dessas tarefas. Mas a cada sucesso aumenta-se um pouco a barra de sincronização de memória, que nada mais é que a barra de energia de Altair. Ao enfrentar um grupo de templários lá pelo final do jogo, ter essa barra ao máximo é um grande alívio. Calcule uma hora para cada pedágio antes do assassinato, que ao menos são diversificados. Com 18 horas de duração, em média, metade de "Assassin's Creed" é obrigação e a outra diversão. Bom, sendo justo, escalar os pontos de observação e depois dar um "salto de fé" nunca fica enfadonho. (:-)

As habilidades de montaria de Altair também são radicais, mas sub-aproveitadas. O assassino tem sempre um cavalo a sua disposição para viajar de cidade a cidade, podendo saltar obstáculos e até mesmo atacar com sua espada em pleno galope. Os recursos são quase perfumaria já que os soldados pelo caminho são esparsos e, após abrir 100% do mapa, pode-se simplesmente escolher o destino diretamente num menu.

Outras missões paralelas envolvem recolher bandeiras espalhadas em cada região, geralmente em grupos de dezenas e algumas bem escondidas em becos escuros. Na versão para Xbox 360 há o incentivo das conquistas, mas devido à dimensão dos cenários muitos vão preferir somar pontos ao seu perfil em desafios menos trabalhosos. Aliás, nada fácil também é encontrar e eliminar os 60 templários espalhados pela Terra Sagrada. De qualquer forma, são desafios opcionais. Faça se sua fé mandar.


terça-feira, 10 de agosto de 2010

Análise de God of War Chain of Olympus/PSP


O deus da guerra está de volta, agora no PSP.Há cerca de três anos, um espartano cativava os donos do Playstation 2 naquele que é considerado o melhor jogo para o console da Sony. Dentre tantos títulos fascinantes publicados para um dos videogames de maior sucesso da história, God of War era único em seu gênero, pois contava com uma perfeita combinação entre combate e quebra-cabeças, bem como jogabilidade sem precedentes, gráficos exuberantes e uma trilha sonora capaz de deixar no chinelo muitos filmes épicos.

Essa breve descrição deixa os fãs da serie cheios de nostalgia, ao mesmo tempo que esclarece aos que nunca tiveram contato com a saga de Kratos - o protagonista do título - o motivo de todo o sucesso dessa franquia que até pouco tempo contava com apenas dois jogos lançados: God of War e God of War 2, ambos para o PS2. Ambos são games completos que apresentaram inovações significantes e importantíssimas para o mercado de games. Títulos com a qualidade e o impacto de God of War são raros, e possuem um empecilho no que diz respeito a seqüências.

O empecilho referido é que quando os desenvolvedores são incumbidos da tarefa de lançar uma seqüência de um jogo tão inovador, esbarram no fato de que já inovaram tanto quanto era possível para a plataforma em questão, o que representa um entrave no quesito novidades. Porém, os produtores de God of War e God of War 2 souberam manter todas as qualidades do primeiro jogo, bem como adicionar conteúdo e história novos de forma a manter os fãs da série vidrados nas aventuras do anti-herói Kratos.

Mais do mesmo, graças a Zeus

God of War: Chains of Olympus, não apresenta grandesAs Blades of Chaos ainda são as armas mais importantes do jogo. novidades na jogabilidade, exceto sua adequação para os controles do PSP, que não possui o analógico direito, nem mesmo os botões traseiros L2 e R2, todos utilizados nas versões do PS2. Entretanto, inovar na jogabilidade de um título que se tornou um clássico para a geração passada de consoles não seria um passo muito confortável, tanto para os produtores quanto para os fãs do guerreiro espartano.

Logo, a presença já consagrada das Blades of Chaos (que no segundo jogo da série foram chamadas Blades of Athenas), já era esperada. Tais armas são as principais aliadas de Kratos na luta para se livrar dos pesadelos que, neste titulo, ainda perseguem o guerreiro. Se você já jogou ambos os títulos antecessores, não pense que em God of War: Chains of Olympus conhecerá os acontecimentos posteriores às aventuras do herói grego.

Novas armas e magias

Além das Blades of Chaos, Chains of Olympus apresenta ao jogador uma nova arma: a Gauntlet of Zeus, cuja livre tradução seria "luvas de Zeus". A arma aparecerá para Kratos somente no final do jogo, mas os jogadores irão deseja evoluí-la o mais rápido possível ao descobrirem sua utilidade nos combates.

Para auxiliar o jogador, existem também certas magias obtidas por Kratos. São elas: o Efreet, uma espécie de demônio de fogo que Kratos é capaz de invocar após derrotar um adversário persa que possui essa arte.

Já a Light of Dawn é um feitiço que emite uma espécie de bola de fogo que atinge adversários distantes. Porém essa magia não será de grande uso no jogo, portanto gastar pontos de experiência evoluindo ela não é uma tática muito inteligente.

Charon’s Wrath é a última magia que você receberá em God of War: Chains of Olympus. Ela emite uma nuvem de parasitas nos adversários, sendo que no caso de personagens pequenos, eles serão paralisados. Outro ponto positivo da Charon’s Wrath é que ela aumenta seu combo rapidamente, permitindo que você batalhe com mais de um adversário ao mesmo tempo. No caso de ciclopes e outros personagens maiores, a magia não irá paralisá-los, porém ainda assim ela poderá manter o combo ativo mesmo quando você precise fugir deles.

Uma batalha contra seus próprios pesadelos

Toda a aventura vivida por Kratos nos outros títulos da franquia tem seus fundamentos nos pesadelos que passam a perseguir o personagem apos sua morte. Nesses sonhos horrendos, Kratos revive incessantemente o momento em que matou, acidentalmente, sua esposa e seu filho.

O titulo do PSP pode ser chamado de prequel, termo empregado quando uma seqüência conta os momentos que antecederam os acontecimentos vividos pelo jogador nos títulos anteriores de uma série. Tradução: ao contrário do primeiro jogo, onde Kratos Batalhe contra seres mitológicos num dos melhores games de todos os tempos.já havia se livrado das dores de seu passado, aqui o herói ainda está acorrentado a esses sofrimentos, e se empenha numa batalha pelos deuses do Olimpo em troca de uma mente livre dessas recordações.

No início do jogo, Kratos é enviado para combater os persas num de seus ataques contra a Grécia. O pacto mantido entre ele e os deuses gregos é que defendera a região em troca de sua liberdade. Daí o subtítulo do jogo - Chains of Olympus - significa "correntes do Olimpo", das quais Kratos é liberto durante a aventura.

Os minigames de contexto também estão de volta

Talvez a principal inovação da série tenham sido os chamados comandos de contexto. Estes são espécies de minigames que permitem ao jogador executar determinadas tarefas que exigem maior concentração da forca de Kratos, como arrombar baús e portas, além de executar finalizações "cinematográficas" em chefões e alguns inimigos especiais.

Em tais minigames, o jogador deve realizar uma seqüência de movimento propostos pelo jogo num curto período de tempo (que varia de ação para ação). Como se não bastasse, tais minigames de contexto ainda são utilizados quando Kratos é convidado a participar de uma festinha particular com duas beldades gregas. O sistema criado para o primeiro God of War pode ser visto em muitos outros jogos depois dele, como Jericho, Uncharted: Drake’s Fortune e muitos outros jogos dos mais diversos gêneros.

Constância e consistência em um dos visuais mais belos do PSP

God of War: Chains of Olympus, surpreende por sua pureza gráfica. Assim como Grand Theft Auto: Liberty City Stories, este é um jogo que pode demonstrar todo o potencial do portátil da Sony. É incrível o que o PSP, com suas proporções diminutas, é capaz de fazer quando seus jogos são bem programados e desenvolvidos de maneira consistente.Efeitos de luz e texturas demonstram claramente todo o poder de fogo do PSP.

As texturas do cenário e dos personagens são tão solidas quanto a modelagem de ambos, que praticamente não apresenta falhas. As cenas entre capítulos utilizam  efeitos de iluminação que deixam qualquer fã de videogames boquiaberto. Além disso, existem certos efeitos de câmera, como um leve chacoalhar da tela quando Kratos salta de uma plataforma a outra, que são mais perceptíveis no PSP, devido à sua tela ficar mais próxima do jogador. Esse aspecto do portátil da Sony é simplesmente fantástico, já que sua tela widescreen de 4,3 polegadas faz com que o empecilho de jogar em um console de tela pequena seja deixado para trás.

A física de Chains of Olympus também não fica atrás: os mais atentos poderão perceber claramente a leve desaceleração de Kratos ao mergulhar em um lago, por exemplo, bem como o aumento da dificuldade para executar certas tarefas que exigem forca debaixo d'água.

Levando em consideração que em uma das últimas atualizações do firmware - espécie de programa que controla o hardware do console - a Sony realizou um desbloqueio na velocidade dos processadores do videogame, e estando ciente de que os produtores de God of War utilizaram dessa vantagem para tornar o jogo ainda mais perfeito, é pouco provável que outro jogo seja capaz de superar a qualidade gráfica de God of War nesta versão do portátil.

Trilha sonora digna de Oscar

É uma prática bastante lógica que os produtores dêem atenção equilibrada para todos os aspectos de um jogo. Afinal, de nada adianta bater de frente com um jogo de gráficos e jogabilidade excepcionais quando toda a experiência é posta a prova por uma trilha sonora mal produzida. A recíproca é verdadeira.

Um caso que apresenta claramente o resultado negativo desses desequilíbrios é Kane & Lynch: Dead Men, que foi marcado por uma série de desequilíbrios no que diz respeito a aspectos como gráficos, trilha sonora e jogabilidade. O game, que era uma das grandes promessas para 2007, desapontou a maioria dos jogadores ao apresentar texturas pobres contra um cenário altamente interativo, bem como trilha sonora rica no modo offline e extremamente irritante nas partidas online.

God of War, no entanto, consegue manter o mesmo nível de qualidade em todos os aspectos. A trilha sonora orquestrada que coloca o jogador dentro de uma experiência épica extasiante comprova esse equilíbrio perfeito. Mais uma vez seus produtores não desapontaram, oferecendo aos fãs musicas que farão os apreciadores de musica clássica desejarem a trilha sonora do titulo para ouvir enquanto não estão jogando, apesar que provavelmente o ritmo delicioso das melodias que regem a nova aventura de Kratos não seja o mesmo sem o som do metal das espadas tilintando, bem como os gritos dos adversários derrotados e o palpitar do coração do herói quando sua vida atinge um nível critico.

Espalhe sangue por todo o solo grego!

Sem dúvida nenhuma, o aspecto que garantiu o sucesso da franquia não foi apenas o equilíbrio e a qualidade excepcional de cada um dos pontos já citados, mas sim o enredo envolvente, repleto de figuras mitológicas gregas que conduzem o jogador de volta as guerras encabeçadas pelas falanges espartanas, bem como a filosofia profunda dos atenienses.

É isso que chama tanta atenção em God of War, um título que apresenta os deuses gregos como eles realmente eram: cheios dos mais diversos defeitos. Um mortal capaz de ignorar os desejos dos deuses, lutar contra eles e vencê-los, tornando-se deus da guerra não é qualquer mortal, e por isso torna-se tão difícil apontar um jogador que não deseje ardentemente viver as aventuras do violento e egoísta espírito espartano pelas terras gregas.

A dificuldade do jogo é o único ponto onde God of War é posto à prova. A questão aqui não é um nível de dificuldade mal desenvolvido, muito pelo contrário: nos combates, essa dificuldade é bastante aceitável para todos os tipos de jogadores, possibilitando que iniciantes vençam os adversários sem penar muito ao mesmo tempo em que os experientes podem lutar contra uma horda de inimigos usando combos variados cuja complexidade aumenta conforme a aventura evolui.
Conclusão: Chains of Olympus é passagem obrigatória a quem tem um PSP.

Porém, quando se trata de desvendar os quebra-cabeças, a dificuldade não pode ser diminuída, e é aqui que muitos iniciantes acabam desistindo do jogo: a sensação de impotência diante de uma sala que não aparenta ter saída é terrível, e ao enfrentar o primeiro desses obstáculos, os menos decididos poderão simplesmente desistir de viver o resto da história de Kratos, deixando o jogo de lado.

sábado, 7 de agosto de 2010

Em Manuntenção

As postagens do ExBlast foram suspensas até amanhã,pois está realizando  uma manuntenção no blog.

Agradecemos a colaboração de todos.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Análise de Pokemon Platinum/Nintendo Ds


Poucas mudanças e as mesmas características de sempre em mais um jogo repetitivo da série Pokémon.

  • Gráficos Nota 85
  • Jogabilidade Nota 80
  • Áudio Nota 60
  • Diversão Nota 80


Os monstrinhos que cabem em seu bolso têm feito sucesso em videogames portáteis desde que o primeiro Game Boy foi lançado, quando Pokémon Red e Blue foram lançados no portátil de tela monocromática da Nintendo.
É hora da batalha!


Em 1996, Pokémon Red e Pokémon Blue chegaram ao Japão, e o sucesso foi enorme. Logo, os desenvolvedores começaram a perceber que outros públicos além do japonês se interessavam pelo título, e então lançaram os dois jogos nos EUA, em setembro de 1998 e na Europa em outubro de 1999, mais de três anos após o lançamento original, ocorrido em fevereiro de 1996.

Tais títulos, que são conhecidos como pertencentes à primeira geração de jogos da série, foram refeitos em Pokémon Fire Red e Pokémon Leaf Green, durante a terceira geração, no Game Boy Advance.

Depois de lançados Red e Blue, chegaram ao Game Boy Color os títulos Pokémon Gold e Pokémon Silver, que se fizeram não só os jogos mais vendidos do ano 2000 como também os títulos mais vendidos do Game Boy Color.

A terceira geração viu, além do já citados Fire Red e Leaf Green, aportar os jogos Pokémon Ruby e Pokémon Sapphire, no Game Boy Advance. Depois dele surgiram, já no Nintendo DS, dois títulos que trouxeram uma grande quantidade de mudanças para a série: Pokémon Diamond e Pokémon Pearl, lançados em 2006 no Japão e em 2007 no resto do mundo, formam a quarta geração da série.
Jogos especiais

Para cada geração da série Pokémon, no entanto, foram lançados dois títulos “comuns”, já citados acima, e um título especial, alguns anos mais tarde. No caso de Red e Blue, o lançamento foi Pokémon Yellow, que trazia como monstrinho principal o internacionalmente famoso Pikachu, que seguia o protagonista por todo o mapa, fora de uma pokébola.
os novos efeitos estão incríveis


Já na segunda geração, de Pokémon Gold e Silver foram seguidos de Pokémon Cristal, Neste ponto, mais de 100 pokémons novos haviam sido adicionados à franquia, que originalmente contava com apenas 150 monstrinhos de bolso.

Na terceira geração da série, os jogos Red e Blue foram recriados sob os nomes Fire Red e Leaf Green, Além disso, os títulos Sapphire e Ruby ganharam lugar como títulos com enredos novos, e foram seguidos pelo Pokémon Emerald, que trouxe alguns aperfeiçoamento a esta geração.

Agora, depois do lançamento de Pokémon Diamond e Pokémon Pearl, que se deram entre 2006 e 2007, como já foi dito, os desenvolvedores da Nintendo lançaram Pokémon Platinum, versão aperfeiçoada dos jogos anteriores, que traz como Pokémon novo o monstro que figura na capa do jogo: Girathina.
Nada de novo... Tudo de novo!

Bem, a série Pokémon tem uma característica muito bem delineada desde os primeiros jogos: é que nenhum jogo da franquia tem seu foco na história da aventura dos personagens principais.

Na verdade, o foco do jogo são as batalhas entre pokémons, que é o ponto forte de todos os títulos. Evoluir seus pokémons, garantindo a eles novos golpes e poderes especiais, além de presenciar sua evolução é algo que prende de maneira impressionante a atenção de gamers de todos os estilos, em todas as regiões do globo terrestre.

Ousamos contar superficialmente o enredo de um jogo da série que venha a ser lançado daqui a 10 anos: um jovem garoto do mundo de Pokémon vive em sua cidadezinha e deseja ardentemente possuir um Pokémon para sair em incríveis aventuras como treinador dos monstrinhos.

Infelizmente, não são todos que podem ter um Pokémon para treinar, mas menos de 3 minutos após iniciada a aventura, o personagem do jogador vai cruzar com um grande treinador de pokémons que lhe confiará um de seus monstrinhos, o que é suficiente para iniciar a aventura.
 
Dali para a frente, você vai aos poucos desenvolvendo as habilidades de seu monstrinho, captura outros espécimes diferentes e se torna um grande treinador de pokémons.

Como podemos prever o que acontecerá em 10 anos? É fácil: a série já possui quase 15 anos e o enredo nunca mudou muita coisa. Alguns detalhes como nome dos personagens, dos times e das cidades, assim como o formato de edifícios, enfim, o aspecto geral do jogo, é sempre retocado, mas o núcleo central nunca mudou.

Se isso é um problema ou não, não cabe ao Baixaki Jogos definir: os fãs da série não vêem nada de mal em continuar jogando a mesma aventura de sempre, contando apenas com novos personagens.

Por outro lado, jogadores mais exigentes desejarão mudanças e se sentirão incomodados ao descobrir que a diferença entre jogar Pokémon Red, Blue ou Yellow e jogar Pokémon Diamond, Pearl ou o novíssimo Platinum está no número de pokémons disponíveis e na experiência diferenciada oferecida pelo Nintendo DS em relação ao Game Boy (sim, o preto e branco!).
Quem é este pokémon?!

Bem, apesar de parecer sempre o mesmo jogo há quase 15 anos, sempre ocorrem mudanças aqui e acolá na franquia Pokémon. E não estamos falando unicamente de aspectos visuais: estes evoluíram — e muito — desde os primeiros jogos.

A principal mudança que interessa aos fãs são os novos pokémons presentes no título. No caso de Platinum, são seis as criaturinhas novas, mas enquanto cinco delas são apenas modificações do Pokémon Rotom, a sexta é uma nova forma para o Pokémon que figura na capa do título Platinum: a Girathina, que ganha agora a forma chamada Origin Form.

Além disso, o jogo ganha também modificações mais sutis, que são notadas somente conforme o jogador avança no jogo. Uma delas é um relógio disponibilizado exclusivamente para Pokémon Platinum que seu personagem pode adquirir durante a aventura, realizando uma determinada missão. Este relógio possui uma gama de informações novas enorme, e todas elas são muito pertinentes ao jogo.

Outras pequenas modificações foram adicionadas, como uma ferramenta que permite gravar as batalhas entre pokémons, oferecendo a possibilidade de armazená-las num servidor da Nintendo que permite a outros jogadores assistirem seus embates.

Vale lembrar que os jogadores que ainda possuem seu Game Boy Advance poderão importar para Pokémon Platinum todos os monstrinhos adquiridos em Pokémon Fire Red, Leaf Green, Ruby, Sapphire e Emerald.
Novas possibilidades online

Pokémon Platinum traz ainda uma série de “novidades” online para a franquia. Na verdade, o que o jogo faz é reviver o modo Battle Frontier, que estava disponível em Pokémon Emerald.
Com o modo distortion, você vai andar pelas paredes, literalmente O que é novo pra valer entre os modos online de Platinum é o modo Distortion, onde os jogadores podem se movimentar livremente por um mundo tridimensional, caminhando nas paredes e no teto. Se isso adiciona algo realmente importante à experiência de Pokémon, deixamos a seu critério julgar, mas convenhamos: não parece fazer muito sentido.


Além disso, o Wi-Fi Global Trade Station está de volta com um nome reduzido: Global Terminal. A função, no entanto, continua a mesma: ofertar pokémons para trocas e vendas, além de poder acessar as ofertas de outros jogadores ao redor do globo.
Visuais e jogabilidade estagnados

Como já foi dito no início da analise, o visual gráfico e a jogabilidade de Pokémon Platinum não sofre grandes modificações com relação aos dois últimos títulos da franquia, Diamond e Pearl.

Quem está iniciando sua aventura Pokémon no Nintendo DS só com Platinum verá grandes modificações, como gráficos com tridimensionalidade aperfeiçoada e uma utilização bastante inteligente da tela sensível ao toque do console durante as batalhas, como já era de se esperar.

No entanto, tudo isso já estava presente em Diamond e Pearl, e apesar dos designers terem trabalhado aperfeiçoando certos detalhes do cenário e de alguns modelos do jogo, digamos que seu serviço passa desapercebido em Platinum.

Seria necessário jogar Diamond ou Pearl ao mesmo tempo que se joga Platinum para conseguir perceber modificações notáveis. Mas não esperávamos muito mais que isso, visto que as edições especiais das outras gerações da franquia sofreram o mesmo mal.

No fim das contas, é mais Pokémon para você!
Pokémon faz sucesso com esta mesma fórmula há mais de 10 anos, portanto é de se imaginar que os grandes fãs da série são simplesmente apaixonados por Pokémon não se importam com a repetitividade da série.

Portanto, se você é um grande fã da série e daria de tudo para poder jogar Pokémon mais uma vez no Nintendo DS. Se, principalmente, você já conquistou todos os pokémons dos títulos Diamond e Pearl, Platinum pode trazer um bom resultado.

A verdade é que Pokémon Platinum serve perfeitamente a este fim, já que o título não adiciona um número de modificações considerável à série, recebendo apenas — de verdadeiramente marcante — 6 novos pokémons.

No final das contas, Pokémon Platinum irá agradar todos os fãs de Pokémon. Se você nunca jogou a série, provavelmente se dê bem com o título também, mas se, por um terceiro ponto de vista você já estava começando a ficar saturado da franquia em Diamond e Pearl, Platinum vai ser a gota d’água.

Fonte Baixakijogos
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Análise de Prototype PC


     •   Depois que se esgotaram praticamente todas as idéias para se copiar o estilo aberto da série "Grand Theft Auto", parece que o jeito é colocar super-poderes e elementos fantásticos na mistura. "Prototype" é um jogo nesses moldes, que por vezes lembra "Crackdown" ou "Spider-Man: Web of Shadows", ao disponibilizar um protagonista repleto de habilidades especiais solto em um cenário aberto e louco para causar um estrago.



O nome do tal sujeito é Alex Mercer. Sem memória, ele acorda na mesa de autópsia do necrotério de um grande laboratório e descobre possuir poderes assustadores. Claro, resolve logo ir atrás dos responsáveis, se enfiando em uma história repleta de personagens sombrios e algumas reviravoltas.


O rapaz é confuso, mas nem de longe é indefeso. Na verdade, Mercer é o personagem mais poderoso do jogo, talvez poderoso até demais. Para se ter uma idéia, ele não precisa escalar prédios; ele simplesmente sai correndo pelas paredes sem o menor esforço. Precisa fatiar inimigos? Basta transformar os braços em lâminas gigantescas. Destruir tanques? Basta atirar carros contra os veículos ou transformar seus punhos em martelo.

Dá até para tirar onda e imitar a forma dos inimigos para abordagens mais discretas, ainda que sutileza não seja o forte do jogo. O negócio é causar destruição e mortes a todo o instante, sem o menor remorso.

Como Alex é tão poderoso, o jeito encontrado para criar desafio foi lotar a tela com inimigos. Há uma infinidade deles. São tantos, na verdade, que muitas vezes você não tem muita noção de quem está acertando, mesmo com a mira travada em algum oponente específico. Quando o protagonista precisa adquirir pistas, ele "consome" inimigos, mas algumas vezes fica até difícil encontrar alguém em um cenário repleto de monstros, soldados, tanques e coisas voando pelos ares.
A aventura de Mercer se passa na ilha de Manhattan, isolada depois de um atentado terrorista que transforma os moradores em mutantes com sede de sangue. Ali é o palco principal para as dezenas de missões do enredo do game, além dos objetivos extras que garantem mais experiência ao jogador para comprar obrigatórios upgrades.
A recriação é interessante a princípio, ainda que não respeite totalmente a cidade real. O problema com o mundo de "Prototype" é que ele parece uniforme demais, com uma paleta de cores limitada. É tudo muito sem vida ou charme, mesmo com uma quantidade absurda de pessoas e carros circulando pelas ruas, ou envolvidas em batalhas. O grande número de elementos também chega a comprometer a performance do motor gráfico, que apresenta ocasionais problemas de lentidão.
Mesmo com o design pouco exuberante, a produção é de grande porte. As cenas de animação que contam a história são de primeira, montadas de forma cinematográfica. O áudio também impressiona, com suporte a som DTS que causa grande impacto em bons sistemas de home theater, principalmente nas explosões. Só a dublagem parece pouco polida, principalmente com a voz rouca do protagonista; outro que tenta seguir os passos de Solid Snake, herói da série "Metal Gear".

Análise de Crisis Core:Final Fantasy VII/PSP

Muitos podem discutir se Final Fantasy realmente é o melhor, ou o mais popular jogo de RPG. O que não se discute é o apelo especial de um título desta série, Final Fantasy VII, conquistou um lugar muito próximo ao coração da maioria dos fãs do gênero e particularmente nos ardorosos seguidores da franquia da Square Enix.

A intrigante história do SOLDADO desmemoriado Cloud Strife e sua intrépida trupe de guerreiros mercenários extrapolaram o mundo dos videogames, criando uma mitologia própria que se expandiu através de animes (desenhos animados japoneses), filmes e mangás.

Concebido originalmente como mais um RPG japonês (ou seja, muitas linhas de diálogo, estética singular e infinitas batalhas em turnos), Crisis Core altera o seu curso já nos primeiros momentos de jogo, mostrando que uma série tão longeva como Final Fantasy ainda possui espaço para inovações.

Réquiem para um herói

A trama de Crisis Core acompanha o herói fadado a morte, Zack Fair. O personagem secundário de FFVII e melhor amigo de Cloud Strife, recebe os seus quinze minutes de fama e desta vez ele protagoniza uma aventura na qual todo o seu heroísmo, bem como a inconfundível Buster Sword, brilham em uma justa homenagem ao clássico do Playstation 1.

Mas não se desespere, mesmo sabendo que Zack tem um futuro negro, o jogo apresenta uma história muito envolvente, repleta de reviravoltas e revelações do passado de todos os principais personagens de FFVII.


Zack Fair e cabelo A história gira em torno de Genesis, um SOLDADO que se rebelou e como Sephiroth, resolveu dar asas a seus sonhos megalomaníacos. Zack, seu mentor Angeal e o infame Sephiroth (aqui ainda com alguns vestígios de sanidade) são enviados para capturar Genesis e trazê-lo a justice, antes que ele execute seu plano nefasto de construir um exercito de clones.

Conforme a trama se desenrola você irá descobrindo as várias ramificações da verdade e como esta pode ser interpretada. Além disso, os jogadores poderão acompanhar a transformação de Sephiroth de um SOLDADO modelo em um maníaco homicida com sonhos de grandeza que renderam a ele um lugar cativo na galeria dos maiores vilões do mundo dos jogos.

RPG de bolso

Para transportar a franquia Final Fantasy para o PSP, a Square Enix re-estruturou todo o sistema de navegação e combate. O jogo segue de forma mais linear, sendo que na maioria das vezes você deverá percorrer os cenários de forma seqüencial, recebendo novas ordens ao longo do seu trajeto.
Esta dinâmica pode agradar aos jogadores mais interessados no desenrolar da história, ao mesmo tempo em que pode desagradar aos usuários mais saudosos, que preferiam o sistema de navegação aberto que permitia revisitar determinadas áreas.
Seriam estas mechas pretas os vestígios de uma antiga namorada? Mas sem sombra de dúvida a grande alteração fica por conta do sistema de combate, sai os tradicionais batalhas em turnos e entra a ação em tempo real. Como Zack estará desacompanhado na maior parte do tempo, seria uma grande injustiça emparelhá-lo contra uma turba de inimigos, imagine: o jogador teria apenas uma ação por turno e então seria a vez de todos seus oponentes.

Ao invés do massacre, você encontra um sistema de combate muito mais rápido e adaptado as circunstâncias. Em um estilo análogo ao visto na série Kingdom Hearts, você terá que dominar apenas um botão para desferir todos seus ataques, sejam eles mágicos, físicos ou itens — no caso o botão “X” do PSP.

A premissa é ótima, mas você levará algum tempo para se acostumar, principalmente porque você deve selecionar seus ataques através dos botões superiores “L” e “R” (que alterna entra os ataques de espada, itens e magia). Entretanto, tão logo você domine o esquema de controles, os combates se reduzem a tediosos button smashers, nos quais você ficará pressionando o botão “X” incessantemente.

Agora é a sua vez de jogar
Zack Fair (tempo limpo) e Cloud Strife (tempo nublado). Sem sombra de dúvida a grande alteração fica por conta do sistema de combate, sai os tradicionais batalhas em turnos e entra a ação em tempo real. Como Zack estará desacompanhado na maior parte do tempo, seria uma grande injustiça emparelhá-lo contra uma turba de inimigos, imagine: o jogador teria apenas uma ação por turno e então seria a vez de todos seus oponentes.

Ao invés do massacre, você encontra um sistema de combate muito mais rápido e adaptado as circunstâncias. Em um estilo análogo ao visto na série Kingdom Hearts, você terá que dominar apenas um botão para desferir todos seus ataques, sejam eles mágicos, físicos ou itens — no caso o botão “X” do PSP.

A premissa é ótima, mas você levará algum tempo para se acostumar, principalmente porque você deve selecionar seus ataques através dos botões superiores “L” e “R” (que alterna entra os ataques de espada, itens e magia). Entretanto, assim que você domine o esquema de controle, os combates se reduzirão a tediosos button smashers, nos quais você ficará pressionando o botão “X” incessantemen
te.Veja como Sephiroth se transformou em um maníaco homicida com pretensões megalomaníacas!
Já os embates contra os colossais chefes das fases, requerem um pouco mais de estratégia, mas não se preocupe tudo se resume a desferir o seu golpe e recuar antes do seu oponente realizar o seu movimento.

Somando todos estes pormenores, o sistema de combate, que deveria ser a grande melhoria do jogo, logo se transforma em um de seus maiores defeitos, já que acaba tornando as lutas extremamente repetitivas e enfadonhas.

Roleta russa

Outra novidade é o “Digital Mind Wave”, uma espécie de caça-níqueis localizada no canto superior esquerdo da tela. Quando todos os espaços da DMW apresentam o mesmo personagem e valor (por exemplo: Zack/2), esse personagem recebe um breve “Power Surge” (pico de energia), que serve basicamente como um bônus em seus ataques.

Enquanto os personagens iguais lhe rendem golpes mais fortes, os números proporcionarão diferentes bônus, como por exemplo: a redução da quantidade de MP (pontos de magia) necessária para a realização da magia.

Movido a Mako
Crisis Core é a põem a prova o poderio técnico do PSP. Os excelentes gráficos do jogo mostram claramente toda a capacidade do portátil da Sony. Os personagens e cenários são bem “renderizados” e as animações rodam perfeitamente sem qualquer instabilidade aparente.

O processador do PSP se mostra a altura do desafio e não fraqueja em nenhum momento, mesmo quando a tela está tomada por inimigos, ou várias magias tomam conta do ambiente.Ela vai morrer e você não pode fazer nada!

As animações são o ponto alto, em alguns momentos você terá que se esforçar para lembrar que não se trata do filme Advent Children, tamanha a qualidade das imagens. Portanto, se você possui os meios para conectar o seu PSP na sua televisão de alta definição, faça-o e certamente não irá se arrepender.

Mas a beleza não para por ai, se os gráficos estão soberbos, o som acompanha a excelência do visual com tratamento digno dos consoles de ultima geração. A música, tradicionalmente um dos destaques da franquia Final Fantasy, está belíssima e fará os jogadores mais nostálgicos recordarem de alguns momentos icônicos do título original, Final Fantasy VII.

Méritos próprios

É verdade que Crisis Core não é recomendado para todo e qualquer jogador, por razões obvias fãs da série Final Fantasy, em especial de FFVII, são o público alvo, mesmo porque o título foi desenvolvido como parte das comemorações dos dez anos do título original.

Portanto jogadores alheios a trama ou aqueles que simplesmente detestam aqueles personagens andróginos, suas espadas absurdamente avantajadas (Freud explica) e a mistura de magia com tecnologia fiquem longe deste jogo.

Em Crisis Core você vai encontrar uma justa homenagem a história que cativou uma legião de jogadores ao redor do mundo inteiro recebe uma devida homenagem, recontando eventos que antes apareciam somente em flashbacks e expandindo uma mitologia que já suplantou a própria franquia Final Fantasy.

Mas se você é movido a “mako” e sonha com o dia em que “material” seja vendida encontrada em cada esquina, este é o seu jogo. Neste caso Crisis Core: Final Fantasy VII vale a compra não apenas do título, mas também do próprio PSP, que revela sua capacidade com muita categoria.

Trailer:

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